Como ele e eu virou nós
Sim, a história é romântica, daquelas de suspirar, mas não é apenas dela que eu gosto. Adoro contar para meus amigos como foi o nosso encontro, porque cada vez que eu digo, acho mais incrível o inusitado.
Em plena a Av. Paulista, lugar onde as pessoas passam, ninguem olha pra ninguem, foi lá que tudo começou. Depois de uma maratona de museus, bienal e Fnac, com sacolas pesadas e morta pois já era por volta das 19h de uma quinta-feira eu estava voltando para casa da tia Clô, indo pegar um onibus em algum lugar, porque nem eu sabia. Passa por mim um rapaz, alto, bem branquinho, cabelo meio castalho, resumindo, meu número, tá... apenas observo porque depois da maratona deste dia eu jea não estava em condições nem de olhar pra alguem, mas a troca de olhar foi reciproca, porém continuamos nossos caminhos. Sabe aquela vontade de olhar pra trás quando se passa perto de alguém, nem sempre olhamos, muitas vezes ficamos com vergonha, com preguiça, com sei lá o que, mas eu olhei e para minha surpresa ele também. Momento constrangedor e engraçado. Ele faz alguem gesto de "vamos trocar idéia", porque não? Se ele não assustou comigo depois da maratona do dia, o que há de pior? Um curto bate-papo, trocamos telefones, eu sigo a minha maratona de museus e locais culturais. No sábado nos encontramos no MASP, eu estava louca para ver a exposição de Degas. O coitado quis ir junto, passou horas escutando eu falar de história da arte (logo eu...), mas foram muitas oras mesmo, entramos por volta das 14h e saimos já era de noite. Entre muitas bailarinas, depois de muitas horas houve uma troca de olhar mais intensa, com segundas intenções. Deu tudo certo, exceto pelo fato que em algumas horas eu iria embora de uma das cidades que eu mais gosto, minha grande São Paulo. Como o gentleman que é, me levou ao aeroporto, uma despedida de quem gostaria de ficar, mas eu tinha q trabalhar no dia seguinte, não se joga tudo pro ar assim, além do mais, nos conhecemos pouco, quem diria se daria certo ou errado. Enfim, fui embora.
Durante alguns meses muitas conversas pelo MSN, emails, aniversário dele, um cartão, ele faz um favor pra mim, passasse um ano, ele me envia um livro que era a minha cara, sobre Portinari (nossa quanta delicadeza, depois de 1 anos ainda mantem algo vivo), mais um ano, eu sempre indo a São Paulo mas nunca realmente dava para ir, oras era trabalho demais, oras dinheiro de menos. Quase 3 anos, comento que vou ao show da Madonna. "Vamos? Vamos?" Mal sei eu que seria o ultimo tipo de show que ele iria, na verdade sabia, mas gostaria da cia. Ele me fala que vem a Belo Horizonte um mês antes do show porque queria me ver ('Tô indo mês que vem, ele não pode esperar um mês?)
Não, ele não pode esperar, e ainda bem que não pode, assim comecei a notar o quanto era importante para ele, e redescobri um sentimento que estava quieto, "amanssado" dentro do meu coração que voltou numa velocidade avassaladoura.
Aeroporto, ansiedade, vôo atrasado, eu não sabia se eu seria como sempre fui, não sou boa em reencontros, geralmente eles se tormam amizades, mas não esse. Assim que ele apontou, coração disparou, beijo no rosto? na boca? momentos tensos, mão da cintura, e ele, com toda certeza, sabia o que queria.
Foi engraçado, encontro com amiga de infância, bate-papo, cada vez mais perto, ele, tranquilo, eu, tensa. Fazer o que, se nem eu mesma sei qual será minha reação, nem sempre penso, poucas vezes penso...
Quatro dias me conquistaram pra vida inteira. Lógico que já o conhecia uma pouco, 3 anos, mas era diferente, conviver, dividir, ver o jeitinho, saber as diferenças, a cultura, a personalidade, o respeito, a integridade e muitas outras coisas. Apaixonei com o jeito manso, carismático, a cara de bravo que abre um grande sorriso, a carinha de quem quer cafuné, a de homem certo do que quer, me apaixonei por quem sempre quer me ver sorrindo, e faz de tudo pra isso, por quem sempre quer meu bem acima de tudo, por quem cuida de bem e aceita a menina brincalhona e a mulher horas boba, me apaixonei por quem me admira, por quem chora de saudade e aceita um abraço, por quem me dá uma rosa, faz graça com o sogra, me faz sentir como adolescente, me faz me sentir mais eu, um eu que até eu já estava com saudades. Me apaixonei por um homem que sabe cuidar e deixar ser cuidado, que é sincero, que olha nos olhos, que fala e escreve o que sente, que me surpreende a cada dia, que faz meu coração bater mais forte com a carinha de quem está aprontando alguma. Sei o que, mas não sei exatamente, são essas pequenas coisas, que a cada dia renova minha paixão e me dá mais certeza do meu amor.
Sim, meu amor, eu te amo. É cafona o tema? E daí, é verdadeiro, é sentimento.
Em plena a Av. Paulista, lugar onde as pessoas passam, ninguem olha pra ninguem, foi lá que tudo começou. Depois de uma maratona de museus, bienal e Fnac, com sacolas pesadas e morta pois já era por volta das 19h de uma quinta-feira eu estava voltando para casa da tia Clô, indo pegar um onibus em algum lugar, porque nem eu sabia. Passa por mim um rapaz, alto, bem branquinho, cabelo meio castalho, resumindo, meu número, tá... apenas observo porque depois da maratona deste dia eu jea não estava em condições nem de olhar pra alguem, mas a troca de olhar foi reciproca, porém continuamos nossos caminhos. Sabe aquela vontade de olhar pra trás quando se passa perto de alguém, nem sempre olhamos, muitas vezes ficamos com vergonha, com preguiça, com sei lá o que, mas eu olhei e para minha surpresa ele também. Momento constrangedor e engraçado. Ele faz alguem gesto de "vamos trocar idéia", porque não? Se ele não assustou comigo depois da maratona do dia, o que há de pior? Um curto bate-papo, trocamos telefones, eu sigo a minha maratona de museus e locais culturais. No sábado nos encontramos no MASP, eu estava louca para ver a exposição de Degas. O coitado quis ir junto, passou horas escutando eu falar de história da arte (logo eu...), mas foram muitas oras mesmo, entramos por volta das 14h e saimos já era de noite. Entre muitas bailarinas, depois de muitas horas houve uma troca de olhar mais intensa, com segundas intenções. Deu tudo certo, exceto pelo fato que em algumas horas eu iria embora de uma das cidades que eu mais gosto, minha grande São Paulo. Como o gentleman que é, me levou ao aeroporto, uma despedida de quem gostaria de ficar, mas eu tinha q trabalhar no dia seguinte, não se joga tudo pro ar assim, além do mais, nos conhecemos pouco, quem diria se daria certo ou errado. Enfim, fui embora.
Durante alguns meses muitas conversas pelo MSN, emails, aniversário dele, um cartão, ele faz um favor pra mim, passasse um ano, ele me envia um livro que era a minha cara, sobre Portinari (nossa quanta delicadeza, depois de 1 anos ainda mantem algo vivo), mais um ano, eu sempre indo a São Paulo mas nunca realmente dava para ir, oras era trabalho demais, oras dinheiro de menos. Quase 3 anos, comento que vou ao show da Madonna. "Vamos? Vamos?" Mal sei eu que seria o ultimo tipo de show que ele iria, na verdade sabia, mas gostaria da cia. Ele me fala que vem a Belo Horizonte um mês antes do show porque queria me ver ('Tô indo mês que vem, ele não pode esperar um mês?)
Não, ele não pode esperar, e ainda bem que não pode, assim comecei a notar o quanto era importante para ele, e redescobri um sentimento que estava quieto, "amanssado" dentro do meu coração que voltou numa velocidade avassaladoura.
Aeroporto, ansiedade, vôo atrasado, eu não sabia se eu seria como sempre fui, não sou boa em reencontros, geralmente eles se tormam amizades, mas não esse. Assim que ele apontou, coração disparou, beijo no rosto? na boca? momentos tensos, mão da cintura, e ele, com toda certeza, sabia o que queria.
Foi engraçado, encontro com amiga de infância, bate-papo, cada vez mais perto, ele, tranquilo, eu, tensa. Fazer o que, se nem eu mesma sei qual será minha reação, nem sempre penso, poucas vezes penso...
Quatro dias me conquistaram pra vida inteira. Lógico que já o conhecia uma pouco, 3 anos, mas era diferente, conviver, dividir, ver o jeitinho, saber as diferenças, a cultura, a personalidade, o respeito, a integridade e muitas outras coisas. Apaixonei com o jeito manso, carismático, a cara de bravo que abre um grande sorriso, a carinha de quem quer cafuné, a de homem certo do que quer, me apaixonei por quem sempre quer me ver sorrindo, e faz de tudo pra isso, por quem sempre quer meu bem acima de tudo, por quem cuida de bem e aceita a menina brincalhona e a mulher horas boba, me apaixonei por quem me admira, por quem chora de saudade e aceita um abraço, por quem me dá uma rosa, faz graça com o sogra, me faz sentir como adolescente, me faz me sentir mais eu, um eu que até eu já estava com saudades. Me apaixonei por um homem que sabe cuidar e deixar ser cuidado, que é sincero, que olha nos olhos, que fala e escreve o que sente, que me surpreende a cada dia, que faz meu coração bater mais forte com a carinha de quem está aprontando alguma. Sei o que, mas não sei exatamente, são essas pequenas coisas, que a cada dia renova minha paixão e me dá mais certeza do meu amor.
Sim, meu amor, eu te amo. É cafona o tema? E daí, é verdadeiro, é sentimento.

2 Comments:
Nossa meu amor! Sem palavras... Hj posso dizer que valeu a pena esperar 3 anos pra chegarmos onde estamos hoje. Vc sabe que vc sempre foi um sonho pra mim e que finalmente se tornou realidade! Vc tb sabe o qto amo essa menina/mulher que me faz tao feliz. Vc e tudo o que eu sempre procurei! Amo vc!! Todo seu...
q linda história!!! desejo que tudo isso se prolongue a vocês por muito e muito tempo, é lindo ver um casal de apaixonados assim!!
bjim aos pombinhosss!!
bruninha
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